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56 anos atrás

Especialista aborda otimização dos recursos humanos na suinocultura moderna no SBSS

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Qual é o principal gargalo na suinocultura brasileira atualmente? Mesmo que a logística e enfermidades emergentes tenham impacto na eficiência e produtividade, a mão de obra ainda é apontada como um dos maiores desafios do agronegócio no país. O cenário nas granjas brasileiras é o mesmo de muitos setores da economia, onde sobram vagas e faltam profissionais qualificados. O Simpósio Brasil Sul de Suinocultura convidou o especialista Dirceu Zotti para debater o tema e apresentar o case da Cooperativa Agroindustrial Lar, onde atua como gerente de suinocultura, no dia 12 de agosto, às 9h. 

Considerado um dos eventos mais tradicionais do calendário do agronegócio brasileiro, o SBSS traz nomes renomados no cenário da suinocultura nacional e mundial para discutir os desafios e tendências em sanidade, nutrição e manejo, de 11 a 13 de agosto, no Centro de Eventos e Cultura Plínio Arlindo De Nes, em Chapecó. As inscrições online podem ser feitas no site do evento. Até o dia 6 de agosto, o custo é de R$ 320 para profissionais e R$ 220 para estudantes. Na data, os valores passam para R$ 370 e R$ 260, respectivamente. As vagas são limitadas. 

A mão de obra representa de 10 a 15% do custo total de produção na suinocultura. Por conta de diversos fatores, como a alta dos grãos e investimento nas granjas, estes custos têm aumentado em uma equação inversamente proporcional a disponibilidade de possíveis colaboradores. É neste cenário que gestores devem entrar em ação. A retenção, qualificação e engajamento da equipe são palavras-chaves para o sucesso desta atividade dinâmica, garante Zotti.

 “A gestão da mão de obra somente dará resultados se todos os processos de contratação, definição de cargos, salários, funções, treinamentos e políticas de remuneração forem do conhecimento de todos e fizerem parte das diretrizes da empresa. A equipe não irá incorporar nada novo e assumir novas responsabilidades se não estiver totalmente engajada na causa, com líderes de coragem, firmes, convictos e comprometidos com as mudanças”.

 Programação de peso no coração da produção

O especialista austríaco Ferdinand Entenfellner abre a programação com a palestra sobre os “Aspectos produtivos e sanitários em baias de gestação coletivas”, no dia 11, às 14h05. Mestre em produção animal, Fernanda Vieira aborda “Bem estar animal na suinocultura”, às 15h. O espanhol David Saornil Rincón encerra o primeiro dia com a apresentação sobre a “Importância do consumo de ração durante a lactação e diferentes fatores que a influenciam”, às 16h25.

O segundo dia contará com os debates sobre “Aspectos nutricionais que influencia o sistema reprodutivo das fêmeas”, com o Dr. Prof. Sung Woo Kim, às 10h30min, e “Manejo de Bandas e otimização do processo produtivo na granja”, com o consultor Alexandre Cezar Carvalho Dias, às 11h30m. Na parte da tarde, a médica veterinária Ana Lúcia de Souza fala sobre “Produção de suínos com ou sem ractopamina”, às 14h, e o pesquisador Gustavo Lima aborda “Ajustes de manejo para melhor desempenho econômico na fase de terminação”, às 15h.

O Dr. Luiz Felipe Caron abre o terceiro e último dia de evento com a discussão sobre “Sistema imunológico do suíno”, às 8h. Em seguida, William Marcos Teixeira Costa aborda “Vacinação e imunidade de rebanho”, às 9h. A mestre em patologia veterinária Eliana Paladino discorre sobre “Biossegurança desmistificada: ciência por trás das recomendações”, às 10h30min. A palestra de encerramento vem de encontro às mais recentes dúvidas e receios da suinocultura brasileira. O professor Amauri Alfieri falará sobre “Senecavirus A e a ocorrência de lesões vesiculares e mortalidade neonatal em suínos no Brasil”, enfermidade que atinge rebanhos e provoca mortalidade de leitões, na quinta-feira, 13, às 11h30min.

O evento contará ainda com uma série de debates paralelos promovidos por parceiros e a feira de negócios VII Pig Fair, que já se consolidou como uma praça de oportunidades técnicas e comerciais e reunirá pelo menos 60 empresas de genética, nutrição, sanidade e equipamentos nesta edição. 

 

 

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