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25/05/2022

15 ANOS DE ÁREA LIVRE DE AFTOSA SEM VACINAÇÃO


15 ANOS DE ÁREA LIVRE DE AFTOSA SEM VACINAÇÃO

Profissionais da medicina veterinária foram essenciais

Nos festejos pelos 15 anos de reconhecimento de Santa Catarina como área livre de aftosa sem vacinação pela OIE – ocorridos nesta semana – é necessário reconhecer o papel de todos os atores dessa conquista, manifestou o Núcleo Oeste de Médicos Veterinário e Zootecnistas (NUCLEOVET).

O presidente Lucas Piroca cumprimentou a Secretaria de Estado de Agricultura e a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) e destacou que “é necessário e justo reconhecer que essa conquista foi resultado da dedicação, compromisso e visão de vários agentes – os produtores rurais, as agroindústrias e o Governo catarinense.”

Para o dirigente, essa conjugação permitiu criar, manter e aperfeiçoar um notável sistema de defesa e vigilância sanitária animal que se tornou um paradigma nacional com reconhecimento internacional.

Lucas destacou que os profissionais da medicina veterinária foram fundamentais para a adesão de toda a cadeia produtiva ao ousado objetivo – para a época – de constituir área livre de aftosa sem vacinação. Nesse aspecto, lembrou que o fundador e primeiro presidente do NUCLEOVET, Rubem César Farah, foi um dos pioneiros na campanha para a erradicação da febre aftosa em Santa Catarina.

Essa conquista histórica para a agropecuária brasileira foi obtida em maio de 2007, quando a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), reunida na assembleia geral anual em Paris, concedeu esse privilegiado status sanitário para Santa Catarina.

“O essencial é que o Governo e a sociedade estejam sempre irmanados na defesa e vigilância sanitária para que a pecuária catarinense ganhe, sempre, o reconhecimento internacional que merece”, assinalou.

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